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sábado, 16 de novembro de 2013

Trilha sonora # 29


Bruce Springsteen, em recente passagem pelo Brasil, realizou um show sensacional na última edição do Rock In Rio. Eu confesso que eu não conhecia muito bem a obra dele, mas estou vendo agora (ou melhor, ouvindo), o quanto eu estava perdendo durante tanto tempo. Uma das poucas músicas que eu conhecia de Springsteen até o referido show era "Streets Of Philadelphia", de "Filadélfia" (de 1993), filme que deu o primeiro Oscar a Tom Hanks por sua interpretação de um advogado portador de HIV demitido que vai aos tribunais em busca do seu direito. 

A música recebeu, com justiça, o prêmio de melhor canção da Academia de Hollywod e você pode ouvi-la abaixo. Mas não fique só com ela. Procure o repertório de Springsteen na net. Vale muito à pena!



sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Trilha Sonora # 28



Este é, possivelmente, o filme mais subestimado de Steven Spielberg. Muitos o consideram o seu pior trabalho, mas eu não o vejo assim. Se não está entre os seus melhores longas, "Além da Eternidade" (Always, 1989) é muito agradável, romântico (é um precursor de "Ghost", na verdade) e sabe utilizar com precisão a canção "Smoke Gets In Your Eyes", composição de Jerome Kern e Otto Harbarch para o musical da Broadway "Roberta", ainda em 1933. Essa linda canção você pode ouvir abaixo tal como a escutamos no filme, na imbatível versão do grupo "The Platters". Sobe o som! 

Ah, e essa na imagem acima é mesmo Audrey Hepburn!


quinta-feira, 25 de julho de 2013

Tenho Sede





Tenho Sede
(Dominguinhos/Anastácia)

Traga-me um copo d'água, tenho sede
E essa sede pode me matar
Minha garganta pede um pouco d'água
E os meus olhos pedem teu olhar

A planta pede chuva quando quer brotar
O céu logo escurece quando vai chover
Meu coração só pede teu amor
Se não me deres, posso até morrer


Pausa no cinema para uma singela homenagem a José Domingos de Morais, o Dominguinhos, falecido no último dia 23/07.

Mais uma mestre que se foi. Tenho certeza que agora está tocando ao lado de Gonzagão, fazendo um baita São João no céu!

(E que linda interpretação, essa do Gil!).


quinta-feira, 30 de maio de 2013

Trilha Sonora # 27


Bem, estou quase de saída para assistir a "Faroeste Caboclo" ,  longa de René Sampaio que adapta a música-quase-roteiro de Renato Russo para as telas de cinema. É inevitável que eu esteja com ela na cabeça, rodando como um vinil antigo e arranhado com a agulha pulando para o mesmo ponto. E ela segue aí, em versão ao vivo,  para matar as saudades de quem viveu os anos 80 e, para aqueles que não viveram e não conhecem a música, vale como sinopse do filme.

Em breve, a resenha estará aqui no "Cinema com Pimenta".


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Trilha Sonora #26



Nestes tempos de Oscar, é comum lembrarmos das famosas "injustiças" da premiação da Academia de Hollywood. Se tem algo que nunca entendi é como "Mrs. Robinson", música de "A Primeira Noite de Um Homem" (The Graduate, 1967), não levou o prêmio de melhor canção. Realmente inexplicável! Curta abaixo este clássico de Simon e  Garfunkel composta para um filme também já clássico e excelente protagonizado por Dustin Hoffman. Desde então, ele se tornou uma estrela (leia a resenha aqui).



sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Quero Ver Novamente #20


"007 - O Espião Que Me Amava" (The Spy Who Loved Me, 1977), dirigido por Lewis Gilbert, é considerado por muitos (eu me incluo no coro) como o melhor filme do agente 007 protagonizado por Roger Moore. Inegavelmente, é um dos melhores longas não só da "era Moore", mas de toda a franquia James Bond, o décimo episódio com o personagem desde o primogênito "Contra o Satânico Dr. No" (Dr. No, 1962). As sequências arrebatadoras de créditos iniciais sempre foram uma marca da série e a do filme em questão é uma das melhores, principalmente devido à canção interpretada por Carly Simon, "Nobody Does It Better". Curta abaixo. E que venham mais 50 anos de 007, o espião à prova do tempo.


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Trilha Sonora #25



"Forrest Gump - O Contador de Histórias" (Forrest Gump, 1994) é um filme do tempo em que Tom Hanks era o melhor ator do mundo, encantando o público e recebendo prêmios a cada novo trabalho. Mas não só isso.  "Forrest Gump" é um ótimo filme, o ápice da carreira do diretor Robert Zemeckis (ao lado de "De Volta Para o Futuro"), inventivo, original e divertidíssimo. Ademais, faz um grande retrospecto da história da cultura e costumes norte-americanos nas últimas décadas, o que acaba por nos trazer uma trilha incidental extensa e de ótima qualidade, contando com composições excelentes como esta "Turn! Turn! Turn", canção da banda The Byrds que adapta um trecho do livro bíblico Eclesiastes. A música é um primor e as palavras são de uma sabedoria atemporal. Som na caixa!


domingo, 2 de setembro de 2012

Trilha Sonora #24


É incontestável que "Meu Primeiro Amor" (My Girl) é um filme cativante e tocante. Lançado em 1991, fez meio mundo chorar com a história da menina Vada (Anna Chlumsky), filha de um agente funerário (Dan Akroyd) que ficou órfã de mãe desde o parto. Seu melhor amigo é Thomas (Macauley Culkin, naquela que talvez seja a melhor atuação de sua carreira), um garoto muito alérgico e impopular e é com ele que Vada irá descobrir as primeiras experiências da pré-adolescência. Esta é a única película de expressão do diretor Howard Zieff e foi com ela que decobri a linda música "My Girl", um sucesso do grupo "The Temptations" no já distante ano de 1964. Ouça abaixo e relembre essa pequena pérola cinematográfica dos anos 90. Sobe o som! Ah, e fuja da insípida continuação de 1994.


sábado, 23 de junho de 2012

Trilha Sonora #23


No último dia 20 de maio, Robin Gibb, um dos integrantes dos Bee Gees, faleceu vítima de câncer. Você conhece alguém que não gosta dos Bee Gees? Existe essa pessoa? Acredito que os Bee Gees estão entre as bandas favoritas de qualquer um (a) - eu incluso! Aqui, mesmo que tardiamente, o "Cinema Com Pimenta" presta sua homenagem a Robin e toda a banda com a sequência abaixo. "Os Embalos de Sábado à Noite" (Saturday Night Fever, 1977), dirigido por John Badham, teve em sua trilha sonora várias canções do grupo australiano, sendo, durante muito tempo, a mais vendida de todos os tempos (perdeu o posto para a trilha de "O Guarda-Costas"). Ah, e quem nunca tentou imitar os passos de Tony Manero (personagem de John Travolta no longa) que atire a primeira pedra. Sobe o som e afasta o sofá!



sexta-feira, 30 de março de 2012

Trilha Sonora #22



Sessão dupla da série "Trilha Sonora".

Bem, no próximo dia 21 de abril, Paul McCartney, o maior músico pop vivo do mundo, irá se apresentar em Recife. Eu e minha noiva já estamos de ingressos e passagens compradas e já estamos entrando no clima do evento. Como ando ouvindo muito Beatles nos últimos dias (aliás, não só nos últimos dias, mas em toda a minha vida) comecei a rememorar filmes com canções dos Fab Four. Um bastante conhecido é "Uma Lição de Amor" (título nacional meloso para "I am Sam"), fime protagonizado por Sean Penn em que ele interpreta um pai com deficiências mentais que luta para ter a guarda da filha Lucy (Dakota Fanning). Sam é fanático pelos Beatles e todo o longa metragem é povoado de músicas do quarteto. Uma delas, a linda "Blackbird", você pode ouvir clicando logo abaixo, com interpretação original.






Outro filme recente que lembro imediatamente é o longa "Across The Universe", musical inteiramente baseado nas músicas dos quatro rapazes de Liverpool. Uma das versões mais marcantes apresentadas é a de "I Want To Hold Your Hand", com um andamento mais lento, uma voz feminina e com uma conotação jamais vista antes. Veja o mais rápido possível logo a seguir.



É impressionante como às vezes eu ainda me pego impactado por essas músicas. Elas vão fundo na alma. Os Beatles mudaram o mundo? Talvez. Talvez pouco ou talvez quase nada. Mas não é porque eles mudaram o mundo que nós gostamos deles. Nós costumamos gostar dos Beatles principalmente por conta de suas lindas canções. É por causa delas que ele foram e sempre serão a maior banda de todos os tempos!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Trilha Sonora Especial


A essa altura, o mundo inteiro já está sabendo da morte da talentosíssima cantora Withney Houston, aos 48 anos, mais uma que se vai cedo demais em virtude das drogas (o ano passado tivemos Amy Winehouse, mais jovem ainda). Em virtude delas, sua carreira entrou em decadência até chegar ao ponto final na noite de ontem. Para qualquer pessoa minimamente interessada em cinema, é inevitável não relacionar sua imagem com a do filme "O Guarda-Costas" (The Bodyguard, 1992), no qual a diva foi protagonista ao lado do astro Kevin Costner. O filme não é grande coisa (em verdade, é fraquinho mesmo, sendo mais uma veículo para a cantora), mas sem dúvida sua trilha-sonora capitaneada pela canção "I Will Always Love You" marcou época (inclusive tornou-se a trilha mais vendida de todos os tempos). Abaixo, segue o video da sequência final do longa, onde é ouvida a poderosa voz da já saudosa diva. Descanse em paz, Withney!


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Trilha Sonora #21


Nos comentários que teci sobre a bela obra de Nicholas Ray "Johnny Guitar" (leia aqui), mencionei que a película contava com uma ótima canção-título, composta por Victor Young e Peggy Lee. Pois bem, clicando no link abaixo você poderá ouvi-la acessando o blog da amiga Suzane Weck, a qual deixou este escrivinhador muito honrado ao linkar o meu texto como complemento à sua postagem e, mais ainda, ao atender um pedido desprentensioso para que nos oferecesse uma interpretação da canção. O resultado foi nada menos que excelente! Clique abaixo e não deixe de conferir "Johnny Guitar" na belíssima voz de Suzane Weck!

"Johnny Guitar", por Suzane Weck

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Trilha Sonora #20


Não gostei muito da adaptação de "Watchmen" para o cinema, pois a considero bastante inferior à HQ que lhe deu origem. Todavia, não posso negar o brilhantismo de sua sequência inicial de créditos, uma da melhores que já vi. Talvez porque Zack Snyder seja oriundo dos videoclipes, ele soube casar à perfeição as imagens com a famosa música de Bob Dylan "The Times They Are A-Changin' ". Acompanhe no video abaixo a canção e as imagens (o que acaba tornando este post uma mescla com a série "Quero Ver Novamente"). De arrepiar!


The Times They Are A-Changin Watchmen Intro 2009 from Simon Morgenstern on Vimeo.

domingo, 2 de outubro de 2011

O espírito do rock se fez presente


Pausa no cinema.

É muito bom quando nós nos surpreendemos com algo inesperado. Sendo bem sincero, eu não estava dando muita bola para essa edição do Rock In Rio. Quando vi o line up do festival, notei a presença de uma quantidade muito grande de atrações que estavam bem mais pro pop do que pro rock, algumas de talento bastante duvidoso, é importante sublinhar (a escalação de Ke$ha me deu um embrulho no estômago).

Mas eis que as apresentações foram se seguindo, dia após dia, e fui me surpreendendo com o que estamos acompanhando. Esta quarta edição do festival vem contando com um público vibrante, empolgado e que sabe respeitar as diferenças entre aqueles que se apresentam. Claro que a organização também soube distribuir bem os dias das atrações, acabando com incoerências como colocar Carlinhos Brown para cantar no dia do Guns'n Roses (como em 2001) e evitando assim momentos constrangedores para os artistas. Mesmo que alguns shows acabem se mostrando de fato a mediocridade esperada, como o da citada Ke$ha (com sua voz ridícula, demonstrou que não tem mesmo condições de se apresentar em um festival como esse), outros tantos já se tornaram antológicos. São os casos de Stevie Wonder, que fez uma apresentação memorável com direito à galera cantando com ele “Garota de Ipanena”; Joss Stone, aquela menina talentosíssima (e bonita) e que fez um show incrível mesmo estando escalada para o palco Sunset (secundário), com o público gritando seu nome em coro ao fim da apresentação, além de Shakira, que arrebatou o público com um show empolgado (chegou a levar fãs pro palco para ensiná-las a dançar) e uma ótima participação de Ivete Sangalo em dueto cantando “País Tropical”. Outras apresentações memoráveis foram a do Capital Inicial, com um público vibrante e levantando poeira a cada música, e a homenagem à Legião Urbana, que teve participação da Orquestra Sinfônica Brasileira e dos dois integrantes remanescentes do grupo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, ocasião em que nem seriam necessários vocalistas, uma vez que o público cantava em uníssono todas as músicas.


O festival já seria ótimo com todos estes ótimos shows, mas este último sábado (e madrugada de domingo) resultou ainda mais especial. Todos as performances, de Frejat ao Coldplay, passando por Maná e Maroon 5, contaram com uma participação eletrizante do público. Em todas as apresentações, as pessoas entoavam as canções de início ao fim. Impressionante. O Skank fez um show definitivamente antológico. O próprio Samuel Rosa decidiu filmar o momento histórico. Como ele próprio disse “não é todo dia que se canta para 100 000 pessoas e todas elas estão interessadas na sua música”. O Maná cantou “Vivir Sin Aire” como se estivesse tocando no México, tamanha a empatia com a plateia e o coro que o acompanhava. O Maroon 5 foi na mesma balada. Acredito que os seus integrantes devem ter pensado “nossa, eles sabem todas as músicas”. E, por fim, veio o Coldplay com uma apresentação impecável, pirotécnica, fãs enlouquecidos e até com homenagem a Amy Winehouse (Chris Martin cantou “Rehab”). Eu quase chorei quando tocaram "Yellow"! Depois de ontem, creio que esta edição do Rock In Rio só rivaliza com a primeira, de 1985. Se eu já senti essa energia do sofá da sala, fico imaginando como seria estar lá. Espetacular!

Tudo isso só reforça uma opinião que sempre tive: não existe público como o brasileiro. Nós temos muitos defeitos, mas também é verdade que somos calorosos como nenhum outro povo é no mundo. Acredito que muitos dos artistas que se apresentaram nesta edição do festival vão querer lançar DVDs ou Blu-Rays com seus respectivos shows. Não é pra menos. O público do Brasil está demonstrando nesse festival o estado de espírito que o País está vivendo, encarando o presente de forma positiva e com mais otimismo ainda quando olha para o futuro. Alguns amuados podem dizer que essas coisas só servem para fazer o povo esquecer do que é realmente importante. Entendo a crítica, afinal o povo brasileiro não se reúne em multidões para protestar contra a corrupção, por exemplo. Mas, como diz uma antiga música de uma famosa banda nacional, nós também queremos “diversão e arte”. E hoje ainda tem o Guns'n Roses para terminar o festival. Provavelmente também vai arrepiar, neste festival que, mesmo com tantas estrelas “pop” convidadas, mostrou que o espírito do rock está presente mais do que nunca.

Abaixo, seguem alguns vídeos com momentos especiais desta quarta edição do Rock In Rio. Ah, e não, não estou escrevendo tudo isso para fazer marketig para Roberto Medina. Eu apenas gosto de música mesmo... :=)











sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Trilha Sonora #19


"Feitiço Havaiano" (Blue Hawaii, 1961) foi um dos filmes realizados logo após a volta do Rei do Rock, Elvis Presley, depois de prestar dois anos de serviço militar. Não é por acaso que seu personagem no filme também chega ao Havaí depois de dois anos no Exército. Obviamente, a trama do filme é daquelas típicas do cinema moldado para o astro: enredos bobinhos, com garotas bonitas, namoricos, alguma aventura e, claro, a música do Rei. E esta é de primeira qualidade, como demonstra "Can't Help Falling in Love", canção da trilha de "Feitiço Havaiano" que se transformou em enorme sucesso. Não seria para menos, já que a música é mesmo ótima. Som na caixa! Elvis não morreu!


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Quero Ver Novamente #14


Há poucos dias, revi "Magnólia" (1999) e pude constatar o quanto esse filme pode ser surpreendente, com seu roteiro inusitado e atuações excelentes. Todavia, à parte sua indubitável inteligência, o que mais encanta nesta obra de Paul Thomas Anderson é sua capacidade de emocionar, como nesta conhecida sequência em que todos os personagens cantam "Wise Up", uma das composições de Aimee Mann que serviram de inspiração para o filme (Anderson é amigo da cantora). Ah, e se você ainda não viu, resolva imediatamente este problema! Assista abaixo à referida cena.



sábado, 23 de julho de 2011

27 anos...


Pausa no cinema.

Como todos já devem estar sabendo, faleceu hoje a talentosíssima cantora Amy Winehouse, mais uma vítima das drogas. Uma tragédia anunciada, diga-se de passagem. Já havia um bom tempo que ela era uma forte candidata a Janis e a candidatura acabou se confirmando. Ambas perderam a vida aos 27 anos, assim como dois outros ídolos da música: Jim Morrison e Jimi Hendrix. Todos vítimas do mesmo mal, é bom lembrar. Acredito que está na hora de acabar, de uma vez por todas, com a idiota glamurização das drogas. E ainda tem gente por aí que, por pura conveniência (usando um eufemismo) ou para posar de "moderno" , "mente aberta" ou qualquer outra babaquice pseudo-inteligente , defende a legalização destas. Tomara que a morte da cantora sirva ao menos para refletirem sobre esse tipo de sandice.

Descanse em paz, Amy!


quinta-feira, 9 de junho de 2011

Trilha Sonora #17


"Suplício de Uma Saudade" (Love Is A Many Splendored Thing, 1955) não é exatamente um grande filme. É cheio de altos e baixos, intercalando belas cenas românticas (não se pode negar que a fotografia é ótima) com algumas outras que descambam para a cafonice. De qualquer forma, a história de amor protagonizada por Jennifer Jones e William Holden acabou por se tornar inesquecível devido ao seu final, belamente trágico, e que o faz deixar de ser um longa apenas mediano e ganhar um status verdadeiramente cult. Outro fator importante para torná-lo memorável é sua linda trilha sonora, composta por Alfred Newman, que nos legou a belíssima canção-título (vencedora do Oscar) e que você pode ouvir clicando abaixo, em mais uma das interpretações marcantes de Nat King Cole, a mais bela voz da música popular em todos os tempos (os fãs de Sinatra que me perdoem...)!



terça-feira, 19 de abril de 2011

Trilha Sonora #16


Roberto Carlos, maior ídolo da música brasileira, está completando 70 anos hoje, 19 de abril. Roberto protagonizou 3 filmes em sua carreira. Um deles, "Em Ritmo de Aventura", possui uma trilha sonora que se constitui um dos seus melhores discos. Abaixo, como exemplo do repertório da trilha, segue a simbólica, famosa e inesquecível "Como é Grande o Meu Amor Por Você". Som na caixa e parabéns ao Rei!

P.S. Sandra, minha linda, essa é pra você! :=)


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Trilha Sonora #15


Quem já assistiu a "Apocalypse Now", uma da obras máximas do gênio Francis Ford Coppola, deve se lembrar de sua abertura impactante, ao som da voz inconfundível de Jim Morrison cantando "The End", uma das melhores canções do "The Doors". De arrepiar! Ouça abaixo!