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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Os 7 Melhores filmes de 2013

Fechando o ano, segue a lista com os sete melhores filmes exibidos no circuito comercial brasileiro no ano de 2013, segundo a visão do Cinema Com Pimenta. Um grande abraço a todos e feliz 2014!


7) Django Livre (Django Unchained, Quentin Tarantino);



6) Os Suspeitos (Prisoners, Dennis Villeneuve);



5) Os Miseráveis (Les Misérables, Tom Hooper);



4) O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook, David O. Russell);




3) Rush - No Limite da Emoção (Rush, Ron Howard);



2) Amor (Amour, Michael Haneke);



1) Gravidade (Gravity, Alfonso Cuáron).

sábado, 5 de janeiro de 2013

Os 7 Melhores Filmes de 2012

Abaixo, segue a lista dos 7 melhores filmes exibidos no circuito comercial brasileiro em 2012, na opinião do Cinema Com Pimenta. Confesso que não considerei 2012 um bom ano e os filmes que seguem entraram na lista sem ser necessário fazer "escolhas de Sofia" para chegar a ela. Confiram.


7) 007 - Operação Skyfall (Skyfall, de Sam Mendes);



6) Argo (Idem, de Ben Affleck);



5) Os Descendentes (The Descendants, de Alexander Payne);



4) Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises, de Christopher Nolan);




3) Moonrise Kingdom (idem, de Wes Anderson);



2) A Invenção de Hugo Cabret (Hugo, de Martin Scorsese);



1) As Aventuras de Pi (Life Of Pi, de Ang Lee) - resenha em breve no Cinema com Pimenta.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Filmes Para Ver Antes de Morrer


Cinebiografias: 7 filmes essenciais

Normalmente costumamos considerar as adaptações da vida de personalidades levadas às telas do cinema como inseridas no gênero “drama”, o que, em sua maior parte, não deixa de se colocar como um definição correta. Entretanto, tal como ocorre na literatura, acredito que as biografias no cinema formam um subgênero e que vem sendo muito explorado nos últimos anos. Basta lembrar que em breve teremos dois novos e aguardados filmes com figuras famosas: “Lincoln”, dirigido por Steven Spielberg e com Daniel Day-Lewis no papel do presidente norte-americano, e “Hitchcock”, com Anthony Hopkins no papel título. É bom até destacar que se trata de um subgênero adorado pelos atores, já que suas interpretações de papeis de personagens históricos costuma render prêmios e elogios da crítica e do público. Abaixo, o Cinema Com Pimenta listou 7 produções que têm como tema a vida de personalidades reais adaptadas para o cinema com competência e méritos artísticos, algo por vezes difícil, dada a complexidade da alma humana. Afinal, é fácil cair no erro de mostrar o biografado como “bonzinho” ou “malvado”. Bem, vamos aos filmes.


7) “2 Filhos de Francisco” (2005) – Quando vi pela primeira vez o poster deste filme, eu desdenhei completamente de seu potencial. “Um filme sobre a vida de Zezé di Camargo e Luciano? Deve ser péssimo...”. Mas que engano! O diretor Breno Silveira conseguiu a proeza de realizar um filme bastante popular sem apelar para o melodrama barato, com uma narração muito bem amarrada e ainda contando com ótimas atuações, desde os atores mirins até a excelente presença de Ângelo Antônio como o pai da dupla sertaneja, um homem de muita perseverança e com um otimismo que beira a maluquice. A verdade é que o filme é tão bom que passei até a simpatizar com os cantores depois dele. Agora, espero sempre um algo a mais dos longas de Silveira, o qual em breve estará com “Gonzaga – De Pai Para Filho” no circuito comercial;



6) O Aviador (The Aviator, 2004) – Muitos criticaram esta biografia do milionário Howard Hughes porque seu diretor, Martin Scorsese, teria fugido de suas características autorais para, com isso, conquistar os membros da Academia de Hollywood e levar o Oscar de melhor diretor para casa (naquela ocasião, ele ainda não havia sido premiado com o careca dourado). Considero esta visão bastante equivocada. Aqui, mais uma vez Scorsese aborda um personagem socialmente deslocado, como já havia feito em “Touro Indomável” (Raging Bull, 1980) e “Taxi Driver” (1976), solitário na sua visão de mundo e que busca ardorosamente uma aceitação. Em “O Aviador” a ironia se torna ainda maior por se tratar de um homem bem-sucedido, invejado e idolatrado por muitos, mas que vai aos poucos perdendo a sanidade devido à ausência de compreensão dos seus contemporâneos. Vale dizer que Leonardo DiCaprio está simplesmente ótimo no papel do biografado e que a produção é impecável na sua reconstituição de época, fotografia e edição (de Telma Schoomaker, colaboradora habitual de Scorsese). A cena final, com Hughes pronunciando obsessivamente a frase “o caminho do futuro”, é memorável e genial;


5) Piaf – Um Hino ao Amor (La Môme, 2007) – Já tive a oportunidade de resenhar este filme anteriormente e a verdade é que ele vai ficando melhor com o passar do tempo. Muito lembrado pela atuação espírita de Marion Cottilard (poucas vezes o Oscar foi tão inquestionável quanto aqui), o longa, entretanto, vai muito além de ser apenas um “filme de ator” (no caso, atriz). Extremamente bem dirigido por Olivier Dahan, ele impacta o espectador com a força da poderosa história de Edith Piaf, a voz mais famosa da França, a qual teve uma vida conturbada e cheia de lances tristes que mais pareceriam sair de um novela não fossem verdadeiros. Alguns apontaram que certas partes pouco honrosas de sua trajetória foram amenizadas no filme, o que provavelmente é verdade, mas, por outro lado, não se pode negar que o resultado final é capaz de emocionar o mais duro dos corações;


4) Amadeus (1984) – Auge da carreira de Milos Forman, que já havia mostrado sua excelência em “Um Estranho No Ninho” (One Flew Over The Cuckoo's Nest, 1975). A biografia de Wolfgang Amadeus Mozart ganhou contornos de pura arte que fizeram jus ao patamar artístico do músico. Claro que toda a história envolvendo Salieri (no filme interpretado por F. Murray Abraham), posto aqui como o estranho que assombrava Mozart no fim de sua vida, é pura suposição e romanceamento, mas,em termos artísticos, o resultado é simplesmente sensacional. Os oito Oscars levados pela produção foram muito merecidos e as gargalhadas histriônicas do Mozart de Tom Hulce são inesquecíveis;


3) Touro Indomável (Raging Bull, 1980) – Segundo filme de Scorsese na lista (sim, eu adoro Scorsese) e, talvez, o seu melhor trabalho. O longa mostra a vida do boxeador Jake La Motta, um homem bruto e incapaz de construir relacionamentos duradouros, ferindo até aqueles que mais ama. A interpretação de Robert De Niro, que lhe rendeu o prêmio da Academia de Hollywood como melhor ator, tornou-se lendária e muita gente que nem viu o filme sabe que ele engordou dezenas de quilos para interpretar o personagem na maturidade. Sua sequência inicial de créditos, ao som da "Cavalleria Rusticana", é algo sublime, assim como suas cenas de luta, com socos em close, tornaram-se uma verdadeira referência pop. Filme para ser visto e revisto;


2) O Homem-Elefante – (The Elephant Man, 1980) – Também já tratei deste filme em outra oportunidade. Uma obra pungente sobre a melancólica vida de John Merrick (no filme, interpretado por John Hurt, que perdeu o Oscar para Robert De Niro por “Touro Indomável), o tal “Homem Elefante” do título, um infeliz portador de uma doença rara que o deixa com uma aparência terrível. “Uma bela alma aprisionada em um corpo horrível”, nas palavras do seu diretor, o então pouco conhecido David Lynch. Às vezes é até difícil acreditar que tamanho sofrimento possa ter ocorrido de verdade. Contudo, Lynch jamais deixa-se levar pelo sentimentalismo barato, compondo uma película com tons expressionistas, mas ao mesmo tempo extremamente humanos. Filme a que todo ser humano deveria assistir pelo menos uma vez na vida;


1) Lawrence da Arábia (Lawrence Of Arabia, 1962) – Talvez seja esta a obra máxima de um mestre entre os mestres: David Lean (eu também amo “Dr. Jivago”, por isso o “talvez”). Megalomaníaca e genial ao mesmo tempo, a história do oficial britânico T. E. Lawrence, adaptada para o cinema a partir de seu livro “Os Sete Pilares da Sabedoria”, arrebata o espectador com sua grandiosidade, atuações perfeitas (Peter O'Toole merecia o Oscar) de um elenco estelar (ainda temos Anthony Quinn, Omar Sharif, Alec Guinness e até Claude Rains), fotografia soberba e qualquer outro adjetivo hiperbólico que você queira atribuir. Acredito até que David Lean vem sendo pouco valorizado pelas novas gerações de diretores, críticos e cinéfilos, algo que pode estar ocorrendo devido ao tempo diferente de suas obras, inadequadas ao ritmo veloz dos nossos dias, quando estamos cada vez mais impacientes. Um erro que precisa ser corrigido.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Os 7 melhores filmes de 2011

Bem, chegamos à última semana de 2011 e o Cinema Com Pimenta apresenta a sua lista (como sempre de 7 itens) com os melhores filmes exibidos no circuito comercial brasileiro no ano. Costumamos sempre dizer que o ano foi fraco, mas acredito que tais afirmações acabam sendo revisadas no futuro. Em outras décadas, tidas como "douradas", a impressão era a mesma. O tempo é o melhor juiz para a arte. Bem, vamos à lista:




Então, é isso. Listas são inúteis, mas não há como deixar de fazê-las. Um feliz 2012 para todos vocês! Grande abraço e até a próxima!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

7 robôs marcantes do cinema

Com a estreia de “Gigantes de Aço”, longa onde robôs ocupam o lugar dos humanos nos ringues, o Cinema Com Pimenta publica uma lista (mais uma delas) destes seres artificiais responsáveis por momentos marcantes na Sétima Arte. Como sempre, a lista segue com 7 itens. Confira abaixo, sem ordem de preferência.


HAL 9000 – Sem dúvida, o personagem mais marcante de “2001 – Uma Odisseia No Espaço”. Kubrick foi um dos pioneiros na abordagem da inteligência artificial no cinema e HAL se consagrou como o ícone máximo do embate homem-máquina, mostrando que não apenas possuía inteligência, mas também sentimentos! (???). Paranoico que só ele, HAL ameaça a tripulação da nave Discovery após descobrir que será desativado. Inesquecível a sequência em que ele implora a Dave para não ser desligado, tentando se fazer de inocente e apelando para a compaixão do astronauta. Momento genial de um filme que é inteiramente genial.


R2-D2 – O robozinho querido de todo fã da série “Guerra nas Estrelas”, em contraposição ao chatíssimo C3PO. Por sinal, o que seria de Luke Skywalker sem ele?


Wall -E – Outro robô diminuto, mas inesquecível. Wall – E, habitante de um planeta Terra transformado em lixão, é mais humano que a maioria dos seres humanos. Um robô com alma de artista, protagonista do filme que leva seu nome. A Pixar atinge aqui um dos seus melhores momentos!



Rachael – A replicante interpretada por Sean Young em “Blade Runner – O Caçador de Androides” encanta Deckard (personagem de Harrison Ford) e o público com sua sensibilidade e a angústia de descobrir que é um ser artificial e não uma humana. Filosofia pura naquele que talvez seja o melhor filme de Ridley Scott! Bom, “Alien – O Oitavo Passageiro” também fica no páreo, mas “Blade Runner” é obra-prima.



David – Protagonista de “A.I. - Inteligência Artificial”, um garoto robô (papel de Haley Joel Osment) que deseja ser um menino normal e pede à Fada Azul que realize o seu sonho. O filme seria perfeito se terminasse justamente com David pedindo à Fada que o transformasse em um menino de verdade. Mas Spielberg, com sua tendência ao sentimentalismo, tratou de nos oferecer aquele final com jeito de comercial de amaciante Fofo. Uma quase obra-prima com um deslize grande no fim;



T-800 – Arnold Schwarzenegger já havia despontado para os holofotes em “Conan, o Bárbaro”, mas foi como o androide caçador de John Connors em “O Exterminador do Futuro” que ele se transformou em um grande astro. O filme teve mais três continuações, com outros robôs com a missão de destruir o futuro líder da resistência dos humanos contra as máquinas, mas nenhum foi tão carismático quanto o personificado por Arnoldão!



Maria – A precursora de todos os robôs do cinema é a imagem mais marcante e icônica de “Metrópolis”, o clássico da ficção-científica dirigido por Fritz Lang em 1927. Na verdade, a robô Maria é a contraparte malévola da personagem de mesmo nome que funciona como uma líder dos trabalhadores oprimidos pelo Mestre na cidade onde se passa a trama. Filme para ser visto e revisto e que eu estou precisando rever!

Bem, imagino que você deva ter os seus preferidos. Fique à vontade para discordar ou concordar aí nos comentários. Afinal, listas só servem para isso mesmo...

domingo, 16 de janeiro de 2011

Os 100 melhores filmes em língua não-inglesa


Hoje, teremos a entrega do Globo de Ouro 2011, um dos mais fracos de todos os tempos, na minha opinião. O máximo que irá acontecer será o embate entre “A Rede Social” e “A Origem”. Ou seja, previsibilidade extrema. Aliás, as entregas de prêmios estão se tornando cada vez mais tediosas. Bem mais interessante do que a lista de indicados ao Globo de Ouro é esta lista elaborada pela “Empire” no ano passado com os 100 melhores filmes em língua não-inglesa. Listas criam muita discussão, mas é inegável que servem como referência para os amantes do cinema. Veja abaixo a lista e a matéria original da publicação pode ser conferida aqui. Obs: observem que posição honrosa alcançou o nosso “Cidade de Deus”.


001. Os sete samurais (Akira Kurosawa, 1954)

002. O fabuloso destino de Amélie Poulain (J.-P. Jeunet, 2001)

003. O encouraçado Potemkin (Sergei M. Eisenstein, 1925)

004. Ladrões de bicicleta (Vittorio de Sica, 1948)

005. O labirinto do fauno (Guillermo del Toro, 2006)

006. A batalha de Argel (Gillo Pontecorvo, 1965)

007. Cidade de Deus (Fernando Meirelles, 2002)

008. O sétimo selo (Ingmar Bergman, 1957)

009. O salário do medo (Henri-Georges Clouzot, 1953)

010. A viagem de Chihiro (Hayao Miyazaki, 2001)

011. A doce vida (Federico Fellini, 1960)

012. Metrópolis (Fritz Lang, 1927)

013. A regra do jogo (Jean Renoir, 1939)

014. Trilogia das Cores:
014. A liberdade é azul (Krzysztof Kieslowski, 1993)
014. A igualdade é branca (Krzysztof Kieslowski, 1994)
014. A fraternidade é vermelha (Krzysztof Kieslowski, 1994)

015. Deixa ela entrar (Tomas Alfredson, 2008)

016. Era uma vez em Tóquio (Yasujiro Ozu, 1953)

017. Trilogia de Apu:
017. A canção da estrada (Satyajit Ray, 1955)
017. O invencível (Satyajit Ray, 1956)
017. O mundo de Apu (Satyajit Ray, 1959)

018. Oldboy (Chan-wook Park, 2003)

019. Aguirre, a cólera dos deuses (Werner Herzog, 1972)

020. E sua mãe também (Alfonso Cuarón, 2001)

021. Nosferatu (F. W. Murnau, 1922)

022. Rashomon (Akira Kurosawa, 1950)

023. O espírito da colméia (Víctor Erice, 1973)

024. Vá e veja (Elem Klimov, 1985)

025. O barco, inferno no mar (Wolfgang Petersen, 1981)

026. A Bela e a Fera (Jean Cocteau, 1946)

027. Cinema Paradiso (Giuseppe Tornatore, 1988)

028. Lanternas vermelhas (Yimou Zhang, 1991)

029. Os incompreendidos (François Truffaut, 1959)

030. Infernal afffairs (Alan Mak - Lau Wai-keung, 2002) Conflitos Internos

031. Godzilla (Ishirô Honda, 1954)

032. O ódio (Mathieu Kassovitz, 1995)

033.M - o vampiro de Dusseldorf (Fritz Lang,1931)

034. Valsa com Bashir(Ari Folman, 2008)

035. A grande ilusão (Jean Renoir, 1937)

036. Decálogo (Krzysztof Kieslowski, 1988)

037. Roma, cidade aberta (Roberto Rossellini, 1945)

038. Cinzas e diamantes (Andrzej Wajda, 1958)

039. O Samurai (Jean-Pierre Melville, 1967)

040. A aventura (Michelangelo Antonioni, 1960)

041. Meu amigo Totoro (Hayao Miyazaki, 1988)

042. Amor à flor da pele (Kar-Wai Wong, 2000)

043. Cyrano De Bergerac (Jean-Paul Rappeneau, 1990)

044. Ikiru - Viver (Akira Kurosawa, 1952)

045. Suspiria (Dario Argento, 1977)

046. Jules e Jim - uma mulher para dois (François Truffaut, 1961)

047. Dez (Abbas Kiarostami, 2002)

048. A queda - as últimas horas de Hitler (O. Hirschbiegel, 2004)

049. As férias do senhor Hulot (Jacques Tati, 1953)

050 Trens estreitamente vigiados (Jiri Menzel, 1967)

051. Akira (Katsuhiro Otomo, 1988)

052. Touki Bouki (Djibril Diop Mambéty, 1973)

053. Tudo sobre minha mãe (Pedro Almodóvar, 1999)

054. Festa de família (Thomas Vinterberg, 1998)

055. Lagaan (Ashutosh Gowariker, 2001)

056. A bela da tarde (Luis Buñuel, 1967)

057. Central do Brasil (Walter Salles, 1998)

058. Persépolis (Vincent Paronnaud - Marjane Satrapi, 2007)

059. Heimat (Edgar Reitz, 1985)

060. Jean de Florette (Claude Berri, 1986)

061. A Faca Na Água(Roman Polanski , 1962)

062. 8 1/2 (Federico Fellini, 1963)

063. A prophet (Jacques Audiard, 2009) O Profeta

064. Asas do desejo (Wim Wenders, 1987)

065. Um cão andaluz (Luis Buñuel, 1928)

66º - O tigre e o dragão (Ang Lee, 2000)

067. The Vanishing (George Sluizer, 1988)

068. Solaris (Andrei Tarkovsky, 1972)

069. Ringu - o primeiro chamado (Hideo Nakata, 1998)

070. Fervura máxima (John Woo, 1992)

071. Persona (Ingmar Bergman, 1966)

072. Ten Canoes (Rolf de Heer - Peter Djigirr, 2006)

073. Caché (Michael Haneke, 2005)

074. Devdas (Sanjay Leela Bhansali , 2002)

075. Acossado (Jean-Luc Godard, 1959)

076. Os idiotas (Lars Von Trier, 1998)

077. O Clã das Adagas Voadoras (Zhang Yimou, 2004)

078. Mulheres à beira de um ataque de nervos (P. Almodóvar, 1988)

079. Bande à part (Jean-Luc Godard, 1964)

080. Mother India (Mehboob Khan , 1957)

081. O hospedeiro (Joon-ho Bong, 2006)

082. Battle Royale (Kinji Fukasaku, 2000)

083. Xala (Ousmane Sembene , 1974)

084. Orfeu (Jean Cocteau, 1950)

085. O conformista (Bernardo Bertolucci, 1969)

086. Corra, Lola, Corra (Tom Tykwer, 1998)

087. Andrei Rublev (Andrei Tarkovsky, 1966)

088. Leningrad Cowboys (Aki Kayrismaki, 1989)

089. Os Amores de uma Loira (Milos Forman, 1965)

090. Rififi (Jules Dassin, 1955)

091. Adeus, Lênin! (Wolfgang Becker, 2003)

092. Ghost in the shell (Mamoru Oshii, 1995)

093. The Fourth Man (Paul Verhoeven, 1983)

094. Yeelen (Souleymane Cisse, 1987)

095. Way of the Dragon (Bruce Lee, 1972)

096. Delicatessen (Marc Caro - Jean-Pierre Jeunet, 1991)

097. Adeus, minha concubina (Kaige Chen, 1993)

098. Ran (Akira Kurosawa, 1985)

099. Iron Monkey (Yuen Woo-ping , 1993)

100. Guardiões da Noite(Timur Bekmambetov , 2004)

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Os 7 melhores de 2010

Como sempre, a lista do Cinema com Pimenta apresenta 7 itens. Este ano, particularmente, foi bastante fraco. Não imagino muito mais títulos que pudessem estar aqui entre os longa-metragens exibidos no circuito brasileiro em 2010. Lamentável... E vamos parar de falação e passar logo para a lista, seguindo abaixo. A ordem é de preferência (crescente).



7) Tudo Pode Dar Certo (Woody Allen)


6) A Rede Social (David Fincher)


5) Guerra ao Terror (Kathryn Bigelow)


4) A Origem (Christopher Nolan)



3) Ilha do Medo (Martin Scorsese)



2) Tropa de Elite 2 (José Padilha)


1) Toy Story 3 (Lee Unkrich)


Aproveito para desejar um feliz 2011 para todos, cheio de saúde, paz e realizações! Grande Abraço!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Os 30 melhores da década - A lista do Cinema com Pimenta


Bem, a luta foi grande. Minha intenção era conceber uma lista com 10 títulos. Depois aumentei pra vinte. No fim da contas, para não me sentir cometendo injustiças, acabei aumentando para 30 filmes. Essa é a minha lista com os melhores da década que termina (passou rápido, não?). Agora, podem atirar as pedras. Afinal, listas servem para isso mesmo. Abraços e um feliz 2010 para todos, cheio de realizações!


1) Cidade de Deus, de Fernando Meirelles (Brasil, 2002);

2) O Senhor dos Anéis – Trilogia, de Peter Jackson (EUA, 2001, 2002 e 2003);

3) O Pianista, de Romam Polanski (França/Alemanha/Reino Unido/Polônia, 2002);

4) Kill Bill Vols. 1 e 2, de Quentin Tarantino (EUA, 2003 e 2004);

5) Encontros e Desencontros, de Sofia Copolla (EUA, 2003);

6) Menina de Ouro, de Clint Eastwood (EUA, 2004);

7) O Labirinto do Fauno, de Guillermo Del Toro (Espanha/México, 2006);

8) A Viagem de Chihiro, de Hayo Miyazaki (Japão, 2001)

9) A Vida dos Outros, de Florian Henckel von Donnersmarck (Alemanha, 2006);

10) Amor à Flor da Pele, de Wong Kar-Wai (Hong-Kong, 2000);

11) Adeus, Lênin!, de Wolfgang Becker (Alemanha, 2003);

12) Ônibus 174, de José Padilha (Brasil, 2002);

13) O Escafandro e a Borboleta, de Julian Schnabel (França/EUA, 2007);

14) Os Infiltrados, de Martin Scorsese (EUA, 2006);

15) Wall-E, de Andrew Stanton (EUA, 2008);

16) Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, de Michel Gondry (EUA, 2004);

17) O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, de Jean-Pierre Jeunet (França, 2001);

18) Cassino Royale, de Martin Campbell (EUA/Reino Unido/Alemanha/Rep. Checa, 2006);

19) Apenas Uma Vez, de John Carney (Irlanda, 2006);

20) Pequena Miss Sunshine, de Jonathan Dayton e Valerie Faris (EUA, 2006).

21) Vicky Cristina Barcelona, de Woody Allen (Espanha/EUA, 2008);

22) Na Natureza Selvagem, de Sean Penn (EUA, 2007);

23) A Queda – As Últimas Horas de Hitler, de Oliver Hirschbiegel (Alemanha/Itália/Áustria, 2004);

24) Piaf – Um Hino Ao Amor, de Olivier Dahan (França/Inglaterra/República Checa, 2007);

25) Batman – O Cavaleiro das Trevas, de Christopher Nolan (EUA, 2008);

26) Juno, de Jason Reitman (EUA, 2007);

27) Homem-Aranha 2, de Sam Raimi (EUA, 2004);

28) Gladiador, de Ridley Scott (EUA, 2000);

29) O Tigre e o Dragão, de Ang Lee (China/Hong-Kong/EUA/Taiwan, 2000);

30) Inimigos Públicos, de Michael Mann (EUA, 2009).

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Cidade de Deus - O melhor da década


E mais uma façanha é alcançada por "Cidade de Deus". O filme de Fernando Meirelles foi eleito pela revista norte-americana "Paste" como o melhor longa-metragem desta década, superando até mesmo a trilogia "O Senhor dos Anéis". Segundo o periódico, a obra traz "um olhar sem medo a um mundo esquecido pelos ricos e poderosos, ignorado pela polícia e alheio à lei e à ordem". É bom lembrar que "Cidade de Deus" já entrou até na lista do IMDB de melhores filmes da década e vem sempre sendo lembrado em eleições do gênero. Recentemente, nada menos que a "Time" colocou o filme entre os 100 melhores de todos os tempos, enquanto o canal britânico "Film4" destacou o longa na 3ª posição entre "50 filmes para ver antes de morrer. Abaixo, segue a lista dos 10 melhores da década da "Paste". Confira.


1) "Cidade de Deus", de Fernando Meirelles
2) "O Fabuloso Destino Amélie Poulain", de Jean-Pierre Jeunet
3) "Quase Famosos", de Cameron Crowe
4) Trilogia "O Senhor dos Anéis", de Peter Jackson
5) "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças", de Michel Gondry
6) "Beau Travail", de Claire Denis
7) "Encontros e Desencontros", de Sophia Coppola
8) "O Filho", de Jean-Pierre e Luc Dardenne
9) "Onde os Fracos Não Têm Vez", de Joel e Ethan Coen
10) "Os Excêntricos Tenembaums", de Wes Anderson.

A lista completa você confere aqui.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Cidade de Deus entres os melhores do IMDB


Já está virando rotina. "Cidade de Deus" entra em mais uma lista de melhores da década e, desta vez, não é qualquer lista. Trata-se dos mais votados no site do IMDB, a maior base de dados on-line sobre cinema. Segundo a votação dos leitores, o filme de Fernando Meirelles só perde para "O Cavaleiro das Trevas" e "O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei". Não é pouca coisa, meus amigos. Confira abaixo os 15 primeiros da lista, no geral bem boa (o pessoal tem bom gosto).

1. "O Cavaleiro das trevas" (2008)

2. "O senhor dos anéis: O retorno do rei" (2003)

3. "Cidade de Deus" (2002)

4. "O senhor dos anéis: A sociedade do anel" (2001)

5. "Up - Altas aventuras" (2009)

6. "Amnésia" (2000)

7. "O senhor dos anéis: As duas torres" (2002)

8. "Wall-e" (2008)

9. "O fabuloso destino de Amélie Poulain (2001)

10. "Os infiltrados" (2006)

11. "A vida dos outros" (2006)

12. "O pianista" (2002)

13. "A viagem de Chihiro" (2001)

14. "Brilho eterno de uma mente sem lembranças" (2004)

15. "Réquiem para um sonho" (2000)

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Os 50 melhores da Segunda Guerra


Dentro do gênero dos "filmes de guerra" existe um subgênero: os filmes de Segunda Guerra Mundial. Nenhum outro conflito foi tão incensado nas telas quanto a maior carnificina da História. Dizem que esta, a História, é escrita pelos vencedores. É uma verdade. Contudo, o conflito de 1939-1945 talvez seja um dos raros episódios históricos em que temos a certeza de que o "lado certo" venceu. Talvez os "mocinhos" da trama não fossem tão mocinhos assim, mas... Você já imaginou o que aconteceria se os nazistas vencessem a guerra? Talvez por isso, ela desperte tanto fascínio (muitas pessoas têm verdadeira obsessão pelo tema).

E eis que o site britânico "Time Out" (como uma forma de também divulgar a estreia de "Bastardos Inglórios" por lá) realizou uma seleção com os 50 melhores filmes deste subgênero. Uma lista quase irretocável, a começar pelo primeiro colocado, "Vá e Veja", de Elem Klimov. Observem também os comentários de Tarantino para alguns filmes da lista. O site é em inglês (obviamente), mas faça um esforço e confira.

sábado, 9 de maio de 2009

Mães no Cinema

Abaixo, uma série de 7 imagens de grandes mães presentes na história da 7ª arte. Uma modesta homenagem a todas as mães do mundo. Imagens valem mais que mil palavras, até mesmo porque essa palavra, "mãe", dispensa explicações.


Angelina Jolie em "A Troca" (e mãe também de uma criançada fora das telas)


Shirley MacLaine, mãe da Debra Winger em "Laços de Ternura"


Fernanda Montenegro em "Central do Brasil". Ela não era a mãe biológica do Josué, mas tornou-se mãe (e filha também) do garoto ao longo viagem.


Meryl Streep, mãe da Renée Zellweger em "Um Amor Verdadeiro"


Nicole Kidman, a mãe assombrada de "Os Outros"



Cher em "Minha Mãe é Uma Sereia" (e olha a Christina Ricci pequenininha aí)



Jodie Foster, mãe-coragem em "O Quarto do Pânico"